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Ela está de volta. A profeta. Supa Sista. A diva anti-diva. Black Mama. Ursula Rucker está de volta. Quando ouvi "Supa Sista", o album de estreia em 2001, pela primeira vez deu-me vontade de apanhar um avião, sem aviso, e colocar um pé antes do outro, em slow motion, em Filadélfia, e caminhar, em slow motion, nos bairros de subúrbio onde as crianças brincam no jardim do vizinho e saltam debaixo da boca de incêndio que alguém abriu. Quando ouvi "Silver or Lead", de 2003, deu-me vontade de apanhar um avião, sem aviso, e colocar um pé antes do outro, em slow motion, em Filadélfia, e caminhar, em slow motion, pelos bairros de bares esquecidos do fim de tarde, que se lembram do sorriso de Baskiat e emergem, segundos depois, no jogo dos 76s que se arrasta no ecrã ao alto. Ursula é profeta, nao sacerdote. Confiança, não sermão. Liberdade, não hipocrisia. Voz, não som. Ela está de volta, com Ma'at Mama.

1 comments:

  Anónimo

7:48 da manhã

Aprendi muito