quinta-feira, dezembro 18, 2008 at 19:01 Labels: { Natal, Política } {0 comments}
segunda-feira, dezembro 08, 2008 at 22:34 Labels: { Natal } {1 comments}
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quinta-feira, dezembro 04, 2008 at 21:50 Labels: { Natal } {1 comments}
Cá vamos nós outra vez.
segunda-feira, dezembro 24, 2007 at 22:55 Labels: { Natal } {0 comments}
at 22:47 Labels: { Natal } {0 comments}
Sono. Torpor. Espera. Tempo. Fonix.
domingo, dezembro 23, 2007 at 13:21 Labels: { Natal } {0 comments}
"Natal é a capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte, pertencente à Região Metropolitana de Natal, à Microrregião de Natal e à Mesorregião do Leste Potiguar. É conhecida como "Cidade do Sol" por ser uma das cidades com o maior número de dias de sol no Brasil, chegando a aproximadamente trezentos. Também é chamada de "Cidade Presépio" ou "Cidade dos Reis", por causa de seu principal ícone, o Forte dos Reis Magos. Também a chamam de "Capital Espacial do Brasil" devido às operações da primeira base de foguetes da América do Sul, a Barreira do Inferno, em Parnamirim.
O nome do município vem do latim natale e, segundo escritores, seu nome pode ser explicado por duas versões: a primeira refere-se ao dia em que a esquadra penetrou na barra do Rio Potengi; a segunda tem ligação direta com a data da demarcação do sítio primitivo da cidade, realizada por Jerônimo de Albuquerque no dia 25 de dezembro de 1599 (Dia de Natal). É dotada de muitas belezas naturais, atraindo por volta de 2 milhões de turistas ao ano, que procuram, por exemplo, o Carnatal, a maior micareta (bloco de rua) do planeta."
Wikipédia
quarta-feira, dezembro 19, 2007 at 20:51 Labels: { Natal } {0 comments}
domingo, dezembro 16, 2007 at 21:12 Labels: { Natal } {0 comments}
sábado, dezembro 08, 2007 at 17:11 Labels: { Natal } {0 comments}
quinta-feira, dezembro 06, 2007 at 23:06 Labels: { Natal } {0 comments}
quarta-feira, dezembro 05, 2007 at 21:26 Labels: { Natal } {0 comments}
at 21:19 Labels: { Natal } {0 comments}
E quanto mais o mês avança, mais a coisa piora. Cada cavadela uma minhoca.
quarta-feira, novembro 28, 2007 at 23:32 Labels: { Natal } {0 comments}
domingo, dezembro 17, 2006 at 09:14 Labels: { Natal } {0 comments}
Aos 10 anos, fui levado a um padre. Simpático, o senhor explicou, demoradamente, os caminhos do Senhor e como podia ser bom para mim abraçá-lo, no sentido de me interessar por ele. Como podia compreender o mundo de outra forma, e os seres que o habitam. Como podia contactar com meninos como eu, alegres, joviais, inteligentes, interessados. Olhei por instantes para Cristo na cruz, para os olhos do padre. Agradeci. À porta da igreja notifiquei o meu pai que não, não queria ir para a catequese, nem ter aulas de Religião e Moral na escola. Sereno, como que avisado, acenou com a cabeça e sorriu, levemente. Muito possivelmente o Natal perdeu-se aí, porque começou um caminho de não retorno pelo território da consciência de existência pessoal e de recusa do transcendental em forma organizada de credo. Nada ali me convenceu porque tudo ali era demasiado bom. Eu era “uma criança extraordinária”, o mundo era um “caminho”, a vida um “percurso” que pode ser levado com “bondade”. Raras vezes coloquei a mim próprio dúvidas do ponto de vista religioso, ou seja, rapidamente o germe do ateísmo se reproduziu e acomodou, confortável. Embora de esquerda, laicos e republicanos, os meus pais jamais exerceram qualquer pressão no sentido de uma posição. Sendo católicos não praticantes, mas profundos conhecedores do dogma e das escrituras, não é pouco. Pouco depois, quando a breve luminosidade da infância se perdeu para a eternidade, o Natal deixou de ser apenas o que era: época de ofertas. Raras vezes teve a família como pólo central, nunca a religião como guia. O que resta? Em termos globais, recuso forçar-me a estados de espírito, por imersão numa orgia social imposta por convenções com diversas origens. Sobram talvez as luzes, na madrugada, que criam ambiente a si mesmas, assombrando os indómitos ou as vítimas da insónia. Então gosto da luz. Na paz do senhor. [continua]
domingo, dezembro 10, 2006 at 21:23 Labels: { Natal } {0 comments}
Era uma mesa comprida. Ao fundo, de costas para a noite, sentava-se o avô. Os filhos, há muito desavindos, ladeavam-no, depois os netos. No quarto da tia escondiam-se embrulhos, atrás de uma porta fechada com cheiro. Momentos antes da entrega, enquanto se ouviam conversas de circunstância na cozinha, alguém transferia os objectos para a varanda que emoldurava o avô, num sexto andar com vista para a cidade industrial abandonada. Liam-se pequeníssimos cartões com os nomes, apenas agarrados a um cordel dourado. Na parede contrária, uma televisão castanha escura, arrumada dentro de um movel concebido para bar doméstico, destilava imagens lentas. Anos mais tarde, era já um AVC que tentava balbuciar algumas palavras, enquanto a realidade lhe fugia, estampada no embaraço de um neto distante de visita ao domingo. As minhas memórias de Natal, se quiser ser sincero, apenas brilham na breve reminiscência da infância primária. Depois vieram noites a quatro num segundo andar da periferia, quase que a cumprir calendário, a sensação terrível de algo que passou, de um ano que se fecha sobre dias vividos, de algo que se perde antes que se ganhe. Jamais a felicidade das ofertas e da revelação se sobrepôs à desilusão da sala vazia de cor no dia seguinte. Jamais as semanas de espera se redimiram perante os minutos em que a casa adormecia e tudo parecia uma cerimónia de consagração de existência. Nunca, dizem, me comportei como uma criança convencional. Tive sempre décadas desnecessárias. Talvez por isso sempre soube que a celebração da vida não é muito mais do que o desespero pela visita, correcta e formal, da morte, em potência. O copo cheio, o copo vazio. A água a meio caminho.
Dia de Natal e interessam-me os espaços invadidos pelo frio, junto ao rio, abismados. Dia de Ano Novo e comove-me o frio desesperado à procura de corpo, manhã cedo, ignorando por repulsa as reuniões domésticas. Da mesma forma que há sofás mais quentes em dias de trovoada, quando a cidade se encolhe nas suas formas e se expande na potência de si mesma, há um recrudescer da necessidade de estar, mais do que atravessar o tempo. O copo vê-se como se queira, a água está lá. Na mesma exacta contida proporção do olhar existente. Ou na mesma quantidade de consciência, cheia, vazia. [continua]
quinta-feira, novembro 30, 2006 at 00:05 Labels: { Natal } {0 comments}
porque quem gosta é toné. Mai nada.
domingo, novembro 26, 2006 at 20:58 Labels: { Natal } {0 comments}
e hei-de repeti-lo sempre que me lembrar. Preparem-se.